
Bem, agora ainda faltam umas oito bolsas, mas eu sou guerreira e vou fazer até o carnaval. A sorte é que uma delas já aprendeu a fazer e está vendendo prá as colegas, o que me alivia bastante.

O tricôs apresentados pela catarinense Colcci foram um dos grandes destaques do São Paulo Fashion Week. Com fios e tramas diferenciadas, o resultado foi fruto de uma parceria realizada com a empresa Círculo S/A, líder na fabricação de fios em algodão e acrílicos.Os looks foram criados pela estilista da Colcci, Jéssica Lengyel e apresentados à artesã Márcia Bergatin, que definiu os fios que seriam usados e os melhores pontos a serem tricotados. Um dos resultados, que formou a perfeita sintonia entre desenho e peça, foi o conjunto de maxi blusas feito com fio Lã Seda. Estas peças abriram o desfile com a top Alessandra Ambrósio, seguida Cauã Reymond e Isabel Goulart - o grande trio de destaque do desfile.
De acordo com o diretor comercial da Círculo, Edson Silva, o tricô e o crochê são utilizados pelos grandes estilistas para dar um toque de diferenciação às criações. “Atualmente as peças em tricô e o crochê não são mais atreladas àquela imagem do casaquinho liso e simples e sim à customização, já que cada artesã possui criatividade para inovar e criar da maneira que deseja”, explica. Prova disso é que os looks em tricô foram destaques das melhores publicações de moda brasileira.
Lançamentos Inverno 2010
Márcia Bergatin iniciou os trabalhos em setembro de 2009 e a ela coube a delicada tarefa de escolher os pontos a serem trabalhos. “Trabalho com a Círculo há anos e soube que eles estavam com uma coleção para o inverno diferencia logo identifiquei o que precisávamos”, diz. Ela informa que, além da linha Lã Seda, os fios Mimo, Conforto, Surpresa, Meigo, Sedutor, Irresistível, Sensual e Loucura - que fazem parte da Coleção Inverno 2010 Círculo - também foram utilizados. A empresa informa que estes lançamentos estarão nas lojas especializadas a partir do mês de março.


Monja Coen
Pense em alguém que você goste muito. Do passado, do presente ou do futuro. Pode ser um bichinho, um brinquedo, uma pessoa, uma criança, uma situação agradável. Pense e sinta.
Sinta esse amor, agora, aqui, em você. Conecte-se com o amor que habita você. Comece a incluir nessa amorosidade todas as pessoas que estão próximas a você. Vá expandindo sua capacidade de amar.
Inclua todas as pessoas que você conhece. Agora inclua as que você não conhece. Inclua próximas e distantes. Inclua pessoas que você jamais viu. Os povos africanos, asiáticos, australianos. Os povos e tribos de toda a Terra.
Inclua em seu amor todo o planeta, com árvores e insetos. Flores e pássaros. Mares, rios, oceanos. Inclua a vegetação da Amazônia e da Patagônia. Inclua o Mar Morto e o Deserto do Saara.
Não deixe o Pequeno Príncipe de fora. Inclua os Lusíadas, a Odisséia, Kojiki. Inclua toda a literatura mundial, um pouco de Machado de Assis, Eça de Queiroz, Shakespeare, um tanto de Saragosa, uma gota de Jorge Amado, banhado por Herman Hesse e Amon Oz.
Inclua todas as religiões. Como se não houvesse dentro nem fora. Imagine, como John Lennon, que o mundo é um só. O mundo é uno. O mundo, o universo, o pluriverso é um só.
Nós somos unas e unos com o uno. Perceba. Isto que digo é a verdade. E só há esse caminho.Inúmeras analogias, linguagens étnicas, expressões regionais e temporais para tentar atingir o atemporal, o fluir incessante, incandescente, brilhante, da vida em movimento transformador.
Somos a vida da Terra.
Somos a vida do Universo.
Somos a vida do Multiverso.
E quando nossos pequeninos corações humanos se tornam capazes a ir além deste saquinho de pele que chamamos o eu, nos contatamos com a essência da vida. Que é a nossa própria essência e de tudo que é, assim como é.
Algum nome? Nenhum nome? Caminhemos. Tornamo-nos o caminho a cada passo. Que cada passo seja um passo de paz. Que o novo ano se abra com a abertura dos corações-mentes de todos nós seres humanos.
Abertura para o infinito.
Abertura para a imensidão.
Abertura para a ternura.
Abertura para a sabedoria.
Abertura para a compaixão.
Que todos os seres em todas as esferas e todos os tempos se beneficiem com esse amor imenso que aqui e agora juntas, juntos, nos tornamos. E ao nos tornarmos o amor tudo se torna vida e vida em abundância. Ame e manifeste esse amor agora.
Mãos em prece.
Monja Coen foi ordenada monja em 1983, após viver 12 anos no Japão. Retornou ao Brasil em 1995. Foi a primeira mulher e a primeira pessoa de origem não japonesa a presidir a Federação das Seitas Budistas do Brasil.
Fonte: Abílio Diniz
A decoração foi do maridón. Colei papel crepom numa caixa de sapatos, coloquei a estrela de crochê, as nuvens de espuma acrílica e ele colocou as flores, o anjinho atrás do menino Jesus e o burrinho (que ganhei em Campo Formoso, terra das esmeraldas no norte da Bahia). O paninho de baixo foi comprado no mercado municipal de Fortaleza, mas o mercado da casa de detenção, não aquele grandão!
Aí estão os reis. Nas suas mãos estão bordados o ouro (lantejoulas douradas), a mirra (canutilhos verdes) e incenso (canutilhos pretos e contas de madeira).
Detalhe: a manjedoura onde está o menino-Deus é uma estrela feita de PET, que aprendi no site Sonho Lilás.